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Virada esportiva

Oferecer 24 horas de esporte, atividade física, adrenalina e muita diversão para todos os paulistanos, transformando São Paulo em uma Cidade Saudável. Essa é a proposta da Virada Esportiva, promovida desde 2007 pela Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação.
A Virada Esportiva transforma clubes, parques, ruas e outras áreas da cidade em verdadeiros centros esportivos, com atividades gratuitas e que contagiam a população madrugada adentro.
Para as edições, a expectativa é de reunir milhões de participantes nas centenas de ações promovidas em toda a cidade, confirmando a condição de São Paulo como capital brasileira do esporte. Escolha um programa que tenha mais sua cara na agenda (http://www.capital.sp.gov.br/turista/atracoes/eventos/virada-esportiva) e BOM FIM DE SEMANA!
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Correndo morro acima

Pelo menos até estar bem treinado e, às vezes até depois, é difícil mesmo encontrar alguém que goste de correr em subidas. Mas também, vamos combinar. Ao subir, exigimos mais do nosso corpo. Daí, automaticamente nosso batimento cardíaco sobe e a respiração fica mais acelerada. E o cansaço? Ah, esse aparece rapidinho.
No entanto, é possível trabalhar o corpo para encarar melhor as subidas do caminho. Pelo menos na corrida, nada é tão ruim que não tenha remédio. E no caso das subidas esse remédio é treinamento.
Sim, existem treinos específicos para correr em subidas. E, para facilitar a sua vida, aqui vão algumas dicas, mas atenção, esses exercícios são para corredores já que estão treinando há pelo menos três meses, ok? Antes disso, o bom mesmo é treinar resistência em terrenos menos acidentados:
- Treine tiros em subidas uma vez por semana. Eles podem variar entre distância e inclinação. O número de repetições vai depender justamente de cada um deles, repete-se mais os percursos mais curtos, de 50 m, por exemplo, e menos os mais longos, até 100 m. Entre cada uma das repetições é preciso recuperar o fôlego, até que os batimentos cardíacos voltem à faixa de trabalho moderado;
- Em uma ou duas vezes na semana, no máximo, prefira os percursos que intercalam muitas subidas e descidas e procure manter o ritmo da corrida sem elevar demais seus batimentos cardíacos;
- No mais, treine os músculos da perna. Subir e descer escadas podem ser exercícios complementares muito bons, além de outros exercícios de musculação.
Depois de um tempo praticando, temos a certeza de que você morro acima vai ser quase tão rápido quanto água morro abaixo. Abraços e até a próxima.
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Melhore seu coração em 3 minutos
A corrida é um dos exercícios que mais fortalece o sistema cardiovascular. Só que se você está sem tempo para fazer seu esporte predileto, saiba que subir escadas tem excelentes benefícios também.
Um grupo de cientistas britânicos fez uma pesquisa com pessoas sedentárias e descobriu que se elas subissem cerca de 200 degraus por dia (cerca de 3 minutos), já apresentariam uma melhora do sistema cardiovascular na sexta semana.
Mas atenção, quando você der essa dica para seu amigo “paradão”, lembre-se que é preciso fazer essa atividade em ritmo constante. Não adianta nada começar a subir depressa e terminar se arrastando nos últimos degraus.
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Escolha o piso

O solo influência diretamente na sua corrida e até no seu desempenho. Ajustando um pouco o provérbio: diga-me por onde corre que eu te direi quem és.
Confira os tipos de solos, suas vantagens e os cuidados que você deve tomar ao percorrer cada um deles:
Subidas: atua no ganho de força muscular, mas produz níveis elevados de fadiga. Os treinos em subidas devem ser moderados, pois forçam demais tornozelos e panturrilhas. Para facilitar, ao correr, incline o corpo ligeiramente para frente.
Descidas: permitem trabalhos de velocidade e técnica. Mas também exige moderação, pois os impactos mais fortes sacrificam demais a coluna. Atenção aos tênis.
Asfalto: também exige bons tênis, pois o piso duro sobrecarrega articulações, como joelhos e tornozelos. É bom para trabalhos de ritmo e de tempo prolongado.
Areia: parece coisa de gringo, mas o certo é correr de tênis também sobre as areias das praias. Entretanto o calçado pode ser bem mais leve que o habitual. Mais leve também deve ser o ritmo, já que o cuidado deve ser redobrado. A principal vantagem de correr nesse tipo de piso é o fortalecimento muscular.
Terra batida: percurso geralmente irregular e por isso exige também atenção do atleta. Essa variação do solo aumenta o trabalho cardíaco do corredor e por isso é bastante recomendada para quem quer melhorar o condicionamento. Além de evitar a mesmice.
Gramado: diminui os impactos das pisadas, mas desníveis e buracos podem aumentar as chances do atleta se lesionar. Por isso, fique atento. Mesmo assim, o terreno é ótimo pra quem está se recuperando de uma lesão ou ainda quer quebrar a rotina.
Pista: indicado pra quem quer melhorar velocidade, mas quem treina muito em pista deve inverter o sentido pra não forçar mais a perna que fica do lado de dentro do trajeto. Os tênis não podem ser os mesmos usados quando se corre no asfalto.
Esteira: boa alternativa para treinar em dias muito frios ou chuvosos, a esteira tem maior pode de absorver os impactos que o solo, por isso os riscos são menores, mesmo assim, é bom não dispensar um bom calçado.
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Corra para brecar o envelhecimento!
Atualmente existem várias pesquisas que comprovam que a corrida é um grande aliado de quem quer se manter jovem.
O Stanford University Medical Center elaborou um estudo que analisou 500 corredores com mais de 50 anos comparando com outras que não possuíam o hábito de correr.
O resultado depois de 20 anos de pesquisa sugere que a corrida comprovadamente retarda o envelhecimento. Os pesquisadores identificaram que 34% dos idosos que não corriam haviam morrido, comparados com apenas 15% entre os que corriam com frequência.
Esta pesquisa também observou ainda que ambos os grupos passaram a ter mais deficiências físicas com o passar dos anos, mas o início dessas deficiências começou 16 anos mais tarde para aqueles que praticavam a corrida.
Vale lembrar outros benefícios que a corrida pode trazer para sua vida:
1 – redução do peso corporal
2 – maior controle dos níveis de colesterol
3 – aumento da capacidade cardiorrespiratória
4 – redução dos riscos de infarto
5 – aumento da massa muscular
6 – melhor controle da pressão arterial de repouso
7 – auxílio para regular a glicemia (a taxa de açúcar no sangue), evitando que os níveis de glicose se elevem, e para aumentar a captação desse açúcar pelas células. Para muitos idosos diabéticos, isso resulta numa significativa redução de medicamentos.
Por isso, não perca tempo. Coloque seu tênis hoje e boas corridas!
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De onde vem a maratona?

Foto por mentatdgt em Pexels.com Entre inúmeras versões e lendas, o Comitê Olímpico Internacional adota a história de Pheidippides, um soldado grego escalado pelo seu superior no ano 490 a.C para correr 40 mil metros até Atenas e pedir reforços.
Depois do combate, em Planície de Marathónas, o corredor voltou à Atenas, desta vez para anunciar a vitória do exército. Chegando lá, Pheidippides disse apenas uma palavra antes de falecer: vencemos.
Em homenagem ao herói grego, os organizadores dos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna decidiram criar a prova, que, a princípio, possuía cerca de 40 km.
Em 1908, nas Olimpíada de Londres, a prova foi adaptada para que a família real britânica pudesse acompanhar a largada, que aconteceu no Palácio de Windsor. Com isso, a maratona ganhou 2.195 metros a mais, ficando com os atuais 42.195 metros.
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Corra na água!

Já imaginou correr na água? Então você precisa conhecer o Deep Running. Essa modalidade é indicada para qualquer pessoa que goste de fazer uma atividade física na água, mas principalmente para quem está lesionado e não pode fazer atividade física de impacto, mas não quer perder seu condicionamento.
O Deep Running nada mais é que correr na parte funda da piscina com o uso de um cinto ou colete de flutuação que mantém você equilibrado e estável na superfície da água.
Você pode permanecer ligado a uma linha, correndo no mesmo lugar, ou efetivamente deslocar-se pela piscina. Não há contato com o fundo, eliminando qualquer tipo de impacto.
Essa é uma prática usada por muitos atletas que passaram a pelo menos incluir uma sessão de Deep Running em seus treinamentos. Experimente!
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Iniciante: comece a treinar aos poucos
Algumas dicas são essenciais para que você se dê bem na corrida. Então, antes de treinar fique ligado!
- Faça um check-up com um médico especializado e uma avaliação ortopédica antes de iniciar qualquer atividade física. Além de prevenir possíveis problemas cardíacos e ortopédicos, esses exames também auxiliarão a desenvolver um programa de treinamento que combine com suas características.
- Nunca saia para correr em jejum ou sem estar hidratado.
- Faça 10 min de alongamentos antes e após a corrida, como forma de oxigenação dos músculos solicitados e para prevenir possíveis lesões
- Para conseguir um efeito positivo em seu sistema cardiovascular e a queima de gordura é preciso correr em um ritmo constante.
- Use um tênis bem acolchoado e flexível para absorver o impacto durante a corrida e prevenir lesões devido ao peso excessivo
- Evite correr em lugares com muito trânsito de veículos, para evitar acidentes e a poluição.
- Procure lugares agradáveis para treinar. Locais com paisagens bonitas podem motiva-lo mais.
- Dê preferência a roupas que facilitem a locomoção e que tenham tecidos que facilitem a transpiração e a troca de oxigênio com o meio ambiente
- Encontre uma maneira de respirar que seja adequada para você. Algumas pessoas respiram pela boca outras optam pelo nariz. Segundo, o treinador, não existe uma maneira certa ou errada.
- Pratique a corrida de forma regular.
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Seu organismo e a corrida
Você sabe o que acontece com o seu corpo na hora na corrida? É preciso saber para acabar com alguns mitos sobre a corrida. Quando você corre apenas 30 minutos a sua frequência cardíaca aumenta e a temperatura do corpo, em torno de 37 graus para 40.
Acima de 1 hora tudo se estabiliza e seu corpo começa a queimar carboidratos na forma de glicogênio.
Agora, quando você continua correndo até duas horas a temperatura do corpo pode chegar a 41 graus. Muitos especialistas consideram essa temperatura uma espécie de limite máximo a que o organismo pode chegar antes que exista um risco de colapso térmico.
Mas se você estiver bem hidratado e não tiver antecedentes médicos nenhuma dessas ações fará mal para o seu corpo. Lembre-se a corrida só faz bem!
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Três mitos sobre a corrida
Críticos de plantão adoram inventar histórias para desanimar quem pretende começar a correr. Muitos dizem que esse esporte pode causar problemas cardíacos, que ossos e articulações podem ser prejudicados etc.
Para acabar com as dúvidas pesquisamos sobre três mitos. Confira suas respostas!
A corrida exige demais do sistema circulatório e pode causar infarto?
Todo exercício que não é feito com frequência realmente aumenta o risco de problemas cardiovasculares. Mas isso pode ser evitado com um programa bem elaborado, feito por profissionais da área, e com uma consulta ao médico antes de começar na corrida, para saber de suas condições físicas.
A prática deve evoluir gradativamente, sem forçar limites. Alternar caminhada com um trote leve pode ser uma boa forma de começar.
Aos poucos, você vai habituando o corpo. Correr 3 ou 4 vezes por semana e fazer outro tipo de exercício, como musculação, só lhe fará bem. Ao contrário do que dizem por aí, seu coração que é um músculo só se fortalecerá.
Correr agride ossos e articulações?
A verdade é que a corrida ajuda a manter a densidade mineral dos ossos. Portanto, eles ficaram mais fortes. Esse exercício também evita o osteoporose.
Correr na meia-idade encurta a vida?
Essa é um mito completamente sem sentido. O Archives of Internal Medicine de agosto de 2008 apresentou os resultados de um estudo comprovando que a corrida e outros exercícios vigorosos na meia-idade estão associados a uma vida mais longa e saudável. Afinal, a prática de exercícios aumenta a auto estima dos mais velhos, que passam a se sentir capazes de superar limites físicos. É puro prazer!
